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61-19- MEANWHILE ... UMA DANÇA, UMA CONTRADANÇA E UMA PISTOLA APONTADA


 

curioso familiar saloon e uma duvida metafísica, se seria próprio dizer da inocência de uma constante intenção narrativa de construção dos conteúdos, mesmo que belos, que nos fazem a aparecer aos olhos de cada um por estes terríveis algoritmos se fosse o caso, uma belíssima dança de sedução digna do decor ambiental, como num salto do tempo pelas caras ali reunidas, que de hoje são, mas que poderia ter sido num faroeste antigo e secular, descontando ou incluindo a ousadia dos corpos em sua oferta não ofertada, pelo menos e para minha infelicidade, lhe diria, a meus olhos, e meu cego desejo e desejar, bem à medida das interjeições masculinas, pois nem sei porque razão lado a lado estão, num mesmo filme? Num remake com os mesmos actores, seria coisa estranha tambem, como um desafio? Ou como a ilustração permanente dos jogos de ocultação e de aliases, que pautam e pululam neste mundo virtual sem carne nem cheiro ao perto.

depois me apareceu este clip, a que aqui por confronto imaginário sem nunca o desejar o ser, chamaria de contra dança, pena minha que se enganassem no último enquadramento, depois um belo rapaz que nem sabia estar casado com a feiosa bellucinha, e um dizer, que ressoa em outro meu, indefinido, estava em Cannes, mostrando um filme que fala de jovens mortos pelos abusos de poder e das violências das sociedades enlouquecidas, e nos davam um prêmio, champanhe corria pelas fontes, e tudo aquilo de repente me cheirava quase a pecado, as palavra da descrição são minhas, como nunca poderia deixar de ser naquilo que alguns seres ainda trazem em seu coração, uma semelhança antes da diferença que nos permite o compreender, em minha palavras lhe diria talvez mais claro, que me parecia quase pornográfico




Do homem dela, que nem bem conheço como actor, mais me recordo sem recordar do pai, e uma estranha história real ou não de pedidos de ajuda não explícitos sobre filhas de amigo eventualmente em qualquer perigo, ou só mais uma linha de ficção de um quente verão, e contudo, parece poder ainda encaixar-se em outras dispostas desenroladas como fios de uma bela Ariane assim espera sempre o amor, chegar a rosa dela, embora como sabeis, a história reza de uma outra maneira, nem sei, nem sei se alguém o saberá, do porque da lógica de um título assim, talvez mesmo uma só operação de markting, sexo, apela-se , pois em verdade nenhuma dela ou dos dois aqui vi..




Uma pistola fica sempre bem, sem saber de nenhum contexto, para além de que tenho de fazer as bainhas das minhas calças, e não me posso pôr assim de cócoras para as marcar e depois, saberá , talvez, pistolas no eixo franco inglês e fatos Donna Karen com marcas como duas torres gémeas de outrora são temas deste verão

Em verdade não conhecia ao que me lembre a bela ao lado da Selma, fui buscá-la em pequeninos thumbnail, a vi, bela e sempre assim meio jangada, me pareceu, ou em continuo stress, e antes ou de  permeio me aparecera ainda uma outra que de repente me parecia, esta, está a ver a sutileza da construção destas somas parcelares do amor? Deveria aqui então perguntar, ah se o fosse, escorreria a sua fonte pelas pernas abaixo pelos dedinhos do pé e eu os beberia um por um todos até ao fim, neste calor deste devaneio de verão



era a outra , assim com ela parecida, que por sua vez me parece ainda aqui uma outra imago dos pillow lips, entenda-se da feiosa Jennifer  Garnier, nesta estranha montagem de que nada sei e dificil de entender


e mais se adensa como o calor da pele dos amantes em sua proximidade e plausível movimentar, da outra no MSN, cuja foto deve estar numa outra máquina, estranho dizer, que nunca andava sem seu lápis para os lábios, curioso, nestes contextos constelados,  sabe depois neste merge labiano se a palavra existisse, me veio ainda memória da Bibi, pelos labios na foto que dela vi anunciado a sua morte em Londres


e porque juntos assim sem o estar, visto que se encontram em lugares distintos ?




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