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55-13 ESFINGICA PEDRA, QUE LHE DIREI AINDA... (STILL WORKING IN PROGRESS)




Olho-a  nestas duas suas fotos de si, se suas são, pois não trago memórias vivas de si neste tempo, e uma face assim disposta ao nosso olhar, de lado, nesta sua versão meia lolita,  um tema bem constelado, como saberá se porventura me lê, meia Hamiltiana da nossa infância do verão de todos os desejos, e da descoberta do segredo da beleza da visão feminina, e penso, se alguma vez penso, mais uma peça inocentemente assim disposta neste puzzle que alguém ou alguns assim constroem?  

Pois em ambas perpassam o mesmo eventual perfume, de um eventual abuso, a menina olha-se  a si mesmo pensativa, com as mãos em cunha entre sua belas e esguias pernas, face abaixo inclinada, de olhos fechados, como sonhadora ou reflexiva, e a vestidinho combinaçao, assim quase a desvelar um seio, como se tivesse sido então despida ou que alguem a despira, já segunda nessa sua expressão desse tempo que nao conheci, se pode ver receio entre outras emoções,  


a "coisa" estava já constelada também através de si se si, pois se ve ao longe, cabelos apanhados, pequena, e de seus seios também pouco as visões que trago deles para deles a certeza ter, e ainda mais, estando comprimidos , ou melhor , de imagens suas, começando pela anterior, e se lhe comecei por dizer em parte, o que vira de familiar em sua imagem, ou nai imagem de quem a fotografou, um detalhe outro deverei ainda aqui juntar, um detalhe importante pelo peso adquirido ao longo de décadas e descontando neste caso preciso séculos de cultura e de metáforas inventadas pelos homens através da linguagem, pois a posiçao das cordas, desvela ainda a tampa e a tampa da caixa que se pode entender como Pandora aberta, na rotação aparente do quadrado ou de um cubo, se a entender com terceira ou mesmo quarta dimensão, e ainda como se tudo aquilo estive suspenso de um céu, como uma corda de enforcar, um tema obscuro aqui também perpassa, em outras suas mil variações, cabeça pendurada, cabeças cortadas, até ao menino sem ela no colo de Nossa Senhora na carranca da capela do antigo palácio dos reis e agora, sede de negócios estrangeiros, mas quais? 

Se deveria então perguntar neste perfumes constelados ?

Esfíngica Feiosa Pedra, continua aqui neste texto, um buraco, e não os que poderia em si e na sua nudez antever,  hoje já dia 27 de Julho de 2020, pelas 00:47, e estou a fazer comida, se quiser bater a porta será bem vinda à partilha 

Pois cordas são entrançados que servem muitos propósitos distintos, aqui junto ao rio, sabe ainda existe uma casa muito antiga só de um piso e excepcionalmente comprida, que era o comprimento do cordame, ou das cordas do tempo da expansão marítima com as caravelas, veja lá a importância que os homens a elas dão, para construírem uma casa assim para outrora as fazer e provavelmente a primeira memoria de infancia de cordas e sobre elas, é o jogo da corda, metade para um lado, a puxar o outro, e os trambolhões quando a tensão momentaneamente ou propositadamente se quebra.

A sua foto nas cordas, para alem do valor de Pandora e de tampa aberta, foi de seguida acompanhada por outras construções cujos valores não muito distam dos acima vistos ou passíveis de serem assim entendidos nas suas de cima, aliás se bem recordar já vinham antes na misturada dos filminhos, das omoletes, dos poucos que vi, e especificamente de um que vos falei, o contrato de violaçao, pois se não figurada em imagem e só em diálogo se entedia um jogo que poderia ter estas caracteristicas, cordas e amarrar pessoas, ou nesta caso a mulher que ao homem assim o propunha.

(Entrada esfíngica a uma pedra não menos esfíngica, day 30 07 200 16:47 Lisbon

na verdade como lhe disse a coisa estava já conjugada e pintalgada de sangue vários, assim sempre se espera uma certa consonancia, quanto mais não seja com o decor, sabe as cordas nas cabecinhas dos indígenas, sempre são associadas a uma ideia se alguma se pode ter perante uma pedra esfíngica, de elevaçao, curioso, pois de que elevação se fala ou algum outro assim a dispôs a falar e partindo do princípio que as pedras também falam, visto que se me pareceu subir de um qualquer underground para um nível elevado num elevador de fabrica tipo braço de prata em lisboa antiga onde antes se faziam balas e metralhadoras, deveria então deduzir que por estar amarrada, a elevação eventualmente seria servida a outrem, caso fosse o caso, com ou sem batatas fritas que figuram tronos inclinados onde bebés deslizam como no momento da derrocada das torres gêmeas em NY .

Curioso, pois anda esta conversa dentro de mim há já luas, e um recorrente outro uso das cordas, como a pensava sem pensar, que por interrompida, a questão se alguma para além da sua extrema feiura estar, talvez no entretanto, uma corda comprida das caravelas antigas, como uma cobra em si se tivesse enrolada, a começar pelos dedinhos dos pés, presumindo que os terá que ainda não os vi,  e se enrolara em meu dormir, em volteios sem fim por tudo o corpo,  e me dizia pela menos tem uma vantagem, pois será como uma múmia, bem conservada por toda a eternidade, mas não é esta parvoíce que lhe queria dizer, certamente derivada do valor de uma certa agradável natural compressão que é visível e muito bela de se ver, nos seus seios, por debaixo do casaquinho de couro negro aberto, quando começa a agitar-se na visão dos bíceps e do ritmo do rapaz dos bíceps mais ao léu que os seus para gáudio das raparigas.

Dizia-lhe da coisa estar sempre composta por mãos alheias, pois neste preciso tempo, aparecera de seguida uma outra bela daquelas que se vê a maior parte a brincar mesmo que pagas a oiro sonante, e outras nas vezes parecem mesmo sofrer, e o tema era o mesmo, a teoria-e-prática-do-selim-nas- terras-baixas-de-outrora, quando as rapariga são inteligentes e nao montam a cavalo de lado,  não laterais aos delicados lábios, mas no meio deles, como alias se observa nesta arte milenar por exemplo no Oriente, e desfiada QB ou como nós para ao roçar, o prazer  e a eventual dor nos olhos e ouvidos de quem ouvia parecerem se misturar, asim montavam o valor complementar, reforçado ainda pelo título, que alguém a teria assim mais ou menos magoado, depois ainda neste tempo, Ah a precisão dos segundos da métrica do infinito, a negro a aparente gravação de um diálogo onde a rapariga se bem entendi, dizia que queria sentir dor, e pedia ou declarava ao rapaz para lhe dar golpes, presume-se não necessariamente com o belo corno, mas com um gume cortante, e saberá que os objetos humanos são perigosos, até uma simples folha de papel corta, e a fricção de uma corda pode queimar, e esta parte se dirimia assim, veja lá a loucura do mundo, num dos ultimo capitulos presentes a meus olhos de Amber e Deep, e depois ainda no seguinte a meus olhos, uma gravação que como escrevi vos disse me parecer manhosa, onde a coisa se coisa, era uma marca, eventualmente de uma agressão, veja lá onde a precisão destas misturas destes filhos da puta diabólicos, no chim, nas canelas, por onde desliza na bela a tequila ou algo assim na perna feita cobra entrando na boca sem a ser, no belo no saloon, que como sabeis por meu escrito mais recente, tiveram pelos actos de tortura o condão de me marcar também a sangue e de novo uma das minhas pernas, neste mesmo preciso tempo, por um dos que entra por cima de meu quarto e arrasta mobílias, como hoje ao acordar, uns largos minutos, com um surplus criativo que quase parecia uma obra musical, veja lá a pulhice destes cobardes de merda.

  )

(segunda entrada neste enxerto, às 17:34 do mesmo dia, pois o cabrão do terrorista me encravou o  pc de forma a me foder e roubar ALGUNS parágrafos neste pedaço desta tarde, quero estes filhos da puta presos de vez ! (SEGUNDO ENTENDI NO PROPRIO TEXTO O CABRAO A QUE ALGUNS ATRAVÉS DE RECENTES / ERC NET CRIMES EM OUTROS BLOGS E ROUBOS DE LIVRO CHAMAM AGORA DE PERSA, O DO  1 ANDAR?)

continuando e repetindo esta parte que já estava escrita antes de mais um filho da puta terrorista a ter roubado

.... mas nao é de sadismo nem de masoquismo que esta historia fala e talvez o seja se entender que tanto um como o outro, se expressam entre casais não necessariamente através de cordas reais e palpáveis, com ou sem nós, mais ou menos desfiadas, lhe chamaria aqui de presente de aniversário, e é uma omolete amadora, feita provavelmente por um telefone com, 5,7,7 câmaras lado a lado por cima e por baixo , ultimo modelo xpto.

E a trago em mim, pois intuitivamente me parece que lhe poderá fazer algum sentido mesmo sem saber o porque, ou talvez porque seja belo de se entender o prazer que um homem assim a uma esposa proporciona e pelo detalhe, o importante detalhe das margens de todas as cordas e prisões mentais.

uma porta do que parece um quarto de hotel se abre, dois rapazes de pau feito na cama, a mulher, bela talvez nos quarenta, se ri para a camara que nos parece ser empunhada pelo marido invisível que a filma, se despe sem grande hesitação, e senta a rosa anterior também sem a menor hesitação nem qualquer ai, em cima de um dos paus e o outro mais ou menos de frente a penetra na rosa de cima e o duplo movimento começa, e no começo, diz a rapariga com um tom, genuino, como se estivesse a dize-lo ao marido que nesse momento de frente a filma, qualquer coisa do gênero, curto, seco, mesmo agastada, que pervertido, como se a ele endereçado, com um tom emocional consonante,  depois se entrega ao próprio prazer, o diálogo esparso dela para os garanhões que nem abrem a boca, é fode, uma palavra estranha para mim como provavelmente saberá,  e se entende o prazer dela, depois do orgasmo, lateralmente filmada a cama e essa cadeirinha tripla, a cabeça dela como tomba do esforço e do cume do prazer, abrindo-se num sorriso belo de se ver apontado ao homem dele, pressumo, que a filma, ou seja, de uma conciencia dela, na sua cabecinha, sobre enunciação de perversão ou do que parece assim ela mesmo em si entender,  e endereçado ao outro, neste caso o marido, o sorriso posterior de plena satisfação, já viu como são ou podem ser complexos os nós das cordas interna do pensar e até da linguagem que o exprime? 

sabe esfíngica pedra, escrever nestas condições ( condi ceos ) nazis, e sujeito logo a roubos, não dá muito prazer, ou mesmo interesse, por isso aqui fecho este excerto que outro do crime contém nesta hora de 18:17 PM de dia 30 07 2020, sabendo como sei, que asim fazem balas, pois de rosas sem o ser e sendo são os temas que aqui também escrevo)




Este quadro da capa de Lima de Freitas aqui está pois perceberá a relação de quadrado, figurado nas cordas e ainda da tampa aberta, também figurada na forma como na foto a amarraram, e introduz ainda no contexto português outro nome Almada, que por sua vez é também lugar da outra margem deste rio.









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