De costas e
quase bidimensional, difícil de saber quem é, mas uma perfeição em carne,
ou um ensaio pós-modernista de como um franco atirador deita casas abaixo (uma
velha linha neste crime de conspiração internacional, qualquer-coisa-o-bricoleur-no-campo-de-ténis)
Difícil de
acreditar, mas não me recordava deste plano, em espírito ouvira um dizer
talvez jocoso, pelo menos em sua aparência, adoro a maneira como me mentes, uma
frase ouvida no passado, às vezes irritante, pois se aplica ao reino do amor, e
nas vezes soa quase como outrem nos dizer, que no fundo não nos acredita
do que lhe dizemos de nosso coração, e porventura até em plano mais
torcido, que afirmando que o outro lhe mente, ou que suspeita que o faz,
não deixa de se agradar com o ouvido ou pelo ouvido, ou ainda, uma espécie
de mecanismo de prova, convence-me, convence-me, porque preciso de o ser,
um engrandecer do pendor do amor, ou um amor penhorado, e porque seria
assim então?
O amor que
te tenho é maior do que o desamor que me tens?
O amor em
que te trago é mais puro e nu do que tu me trazes?
Difíceis termos
de avaliar saberão alguns pássaros, pois do amor se diz ser Cego, e que
balança pode avaliar o coração de um outro?
me dirá,
sempre se avalia, sempre avaliamos, e sempre encontramos um jeito de avaliar e
sempre vamos avaliando, e alguns dirão ainda, quero tudo, e com menos não me
contento!
E outros
ainda perguntarão, mas o que é tudo no amor, ou de que tudo, ou todo, falas
Tem contudo
a coisa se coisa, contexto prévio constelado, pois antes me aparecera um outro
trailer que já vira sem ver, que já me esquecera de ter visto, de ao de novo
aparecer, por mão alheia, presumo atendendo ao crime e aos recorrentes métodos,
me disse, ah, esta é uma raiz ou ramo anterior as little big lies, ou big
little lies, pois assim o titulo do trailer rezava.
Não vi na
primeira vez, pois a imagem que primeiro vi, não necessariamente o primeiro
frame, fora a rapariga encostada contra a parede do chuveiro olhando-nos sem
nos olhar, e a expressão, era contrária ao que seria de esperar numa situação
de encosto dessa natureza, como quem eventualmente mais do que encostada
estivesse entalada e parei nesse ponto o player, desta vez, me apareceu a mesma
imagem e uma outra, sentada num sofá, e um homem aproximando-se de patas como
um cão cumprimenta a dona ou o dono, quiçá de língua de fora, no meio das
pernas vestidas, sem ter a mínima noção ou valor de alguma sexualidade ou
de desejo, a imagem fragmentária, da face, casa da emoção, era mais ou menos
semelhante a primeira, tornei a parar o filme, digo mais ou menos, pois o
desagrado que levou ao acto, nem me permite uma interpretação exacta do
valor da emoção, e contudo a imagem do desejo é me conhecida, ou seja, como se,
se juntasse ainda, uma espécie de apropriação de desejo ou fantasia
alheia, e de corpos eventualmente trocados em acção ou mesmo no desejo se
algum...
já viu muto
feiosa rapariga, parece que nunca consigo acabar um assunto consigo, na
presunção desta minha enunciação, me fico a perguntar, porque será....
ontem no
MSN das terras unidas, um universo que parece aqui se misturar ou assim alguns
o pretenderão se verdade alguma na coisa se coisa existir, uma aparente gravação
tipo telefónica, de um dialogo de guerra, uma rapariga que diria, quero
cortar-me , se bem entendi, para sentir a dor, depois o feioso rapaz, em imagem
num gesto agora em moda neste verão meia covide estação, mão estendida, aberta,
como tantos outros veja lá até políticos deste burgo por eles envenenado, e as
mãos que servem o melhor bem e o pior mal, de repente me fizeram recordar, o
tema quase lenga lenga, não do Dia de Raiva, mas dos cinco dedos juntos que
quando se unem e se serram se transformam em punho, como num outro belíssimo
filme, depois a outra feiosa, sorrindo-se de frente, mais parecendo ela sem
mesmo a meus olhos em inteiro parecer e menos ser, pois a imagem dela está como
flutuando, e mais uma vez aqui deveria dizer, porque assim também a farão
flutuar, pois é conveniente nestes jogos intermináveis de espelhos,
sorria de sorrir, ou representaria um sorriso, quiçá mesmo, um falso sorriso
expressamente assim declarado para que quem o veja isso mesmo saiba, o detalhe
era já diferente, depois do meu comento sobre outra imagem anterior dela, como
estão também a fazer com os spots de perfumes, em vez de três se três tiras de
pano vermelho na figuração do bobo, duas só , porquê? me fiquei ainda a
perguntar, sempre o mesmo objectivo elementar dos estapores? um desacreditar do
que se diz ou escreve pela posterior alteração dos detalhes, se calhar sim,
simplesmente como é simples e aparentemente sem limites, a maldade humana , nas
vezes mesmo a outros mortal....
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