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40. MUTATIS MUTANDIS

a point extracted from a post at my blog to the Great Britain Beloved One
1169-63 SOME FACTS IN RESUME AT THIS POINT
 
https://tothegreatbritainbelovedone.blogspot.com/2020/06/1169-63-some-facts-in-resume-at-this.html
 
1. The text on link two post under,
 
https://tothegreatbritainbelovedone.blogspot.com/2020/06/1167-61-charles-dickens-david.html,  
 
each again reemerge important facts, (if true the MSN of the young couple values) has been cut in an important point, the 4, the relation that I established and explain between the values of the two shoots on Frears movie on the assassination of Princess Diana, and the assassination of J F Kennedy, and the round marks that appeared at the time of the movie analyze in my head (also lines Deep movie and Amber as time and sub facts theme)
 
2. The recent death of Joel Schumacher, makes me some complementary senses concerning the facts on Donna Karen, accounted in my recent new blog, and these facts also correlated some of the previous (the ones missing upper referred, and Paris / France, as explained on the manuscript The Cat Without Head)
 
3. The referred image extracted from the movie quote in last video comment anterior post in this blog, to Lady Camila and Principe  Williams, the Duke pistol that flies over Paris sky and hit the Eiffel tower




two upper photos, the first gun, the Duke body guard




upper the Duke gun
 

and in small size, by the right side of the tour almost in the top, the pistol




perhaps some other aspects on Moulin Rouge will be developed
 
me dirigo a si, como parece  ter-se tornado hábito virtual, certamente devido a sua estrema feiura, pois essa é a qualidade das Musas que antes demais são mulheres
 
mutatis mutandis, é uma expresão que andava na minha cabeça com um sentido que nao corresponderá a uma traduçao literal, mas que uso em minha consciencia, meio a brincar, não, mundando o que se tem de mudar, mais, o que muda mudando, uma frase cujos termos em portugues se podem tambem alicar aos belos trapinhos que as belas vestem para melhor os homens as despirem, pois este sentir em relação a si em Moulin Rouge, em mim permanece, algo que lhe poderia assim dizer, se ela é bela, como tao bela aqui está em todas as formas que se apresenta, ou mais simples dizer, que belas maos a fadaram nos trapinhos todos com que a vestiram nesse drama.
 
curioso pensar, como agora descobri, pelo morte de Joel Schumacher, pois não só nele reconheci outrem, como pela informaçao, a ser verdadeira, começou ele sua carreira depois de ter estudado design em NY, como relacionado com estas facetas da grande ilusao.
 
o que muda mudando, uma frase do amor e da amada e do amado perante a amada, assim o amado o espera tambem, como a beleza que se sabe e que sabendo se muda em todo o olhar, ou em todo o respirar, como ver a amada em sua beleza ao deitar e ao acordar no dia seguinte, ter como uma nova supresa pela sua beleza, como uma faceta ou raio de luz que ainda nao se conhecia, mas que se manifesta porque o amor o faz manifestar, e espero que não me diga ou responda, com ou sem, querido, como tal é possivel, sendo o tedio, e a repetiçao que advem ate da familariedade, factos reais do desgate do amor, pois se assim me o disse-se, me diria certamente do não amor, ou para ser mais  prosaico, como respondia a bela russa de grandes peitos e cicatriz circular pequenina na testa como circulos recentes de uma estatua num jardim Londrino de outrora, que ao que parece os transeuntes arrancam a passar, quiça como uma recordaçao,  no jantar intimo de aniversário ao rapaz que para ela cozinhara uma paella, quando é que deixou de se preocupar com o meu clitoris, lhe diz a bela (uma referencia a omeletes mais ou menos indigestas como lhe dei conta em dia recente.)
 
Em verdade como lhe disse, fui ver o Moulin Rouge pensando que ia ver o Crazy Horses, porque me dera conta que tao pouco conheço a nudez mesmo que parcial de seu corpo, um subita consciencia de uma qualquer urgencia de um qualquer desejo mesmo que impossivel numa qualquer realidade virtual partilhada nestes confinamentos do mundo inteiro em quatro paredes de cada um, e nem verdade inteira isto é, pois depois me relembrei de a ver mais ou menos despida num estranho filme seu, onde feita apresentadora de televisao, seduz um jovem rapaz para matar alguem de quem se quer livrar, se bem me recordo, uma nudez para seduzir, que nem sempre rima com uma nudez para amar, ou a propria nudez do amor, e afinal o filme nao era o Crazy Horse, onde uma bela que recentemente mostrei, num camarim, com o dedo e braço espetado manda embora o rapaz da camara, talvez esta confusão se assim em propriedade a pudesse chamar advenha do facto que imagens do Crazy Horse estao em minha consciencia, pois recentemente as integrei na análise da morte da princesa Diana, diria certamente em mudo, que estava farta de ser fotografada meia nua, as tres da manha na intimidade do seu proprio camarim, onde se espera um certo refugio de todo e qulquer voyerismo de todos os olhos e de todas as camaras.
 
continuará, talvez....
 
(por volta das oito da noite ainda com luz em lisboa, deste dia 25 do Junho de 2020 , as letras e imagens que seguem, assim as começo ou continuo como os beijos sem fim)


russa, aqui me parece ser um termo importante, e se chamo de termo, é porque sendo mulher, nem a sei agora aqui defenir, me poderia por a perguntar o que já me perguntei, nesse ainda mais estranho final desse jantar tete a tete, quando eles se levantam e ele a abraça e se pressupõem que a beija, e de costas, vemos o olhar dela se virar numa outra direção, que direção é ou seria aquela, a da representação do seu não amor, o dela, uma resposta ainda a uma qualquer linha do dialogo dos dois que ficara ausente a meus ouvidos, ou ainda, pela direção, uma referencia a um toiro, uma pequena escultura num universo espanhol que perpassa a narrativa e que é logo introduzido no inicio, um toiro que outrora lhe dera uma cornada que resultara numa cicatriz redonda, pequenina?, 


Como outras reais, ou igualmente reais, se a dela é real,  que perpassam neste crime nazi, ou ainda, o olhar de fuga dela como olhando os cornos ou a face, ou mesmo a memoria de um outro corno, de um outro homem de um outro boi, porventura outrora amado, quiça ainda presente no permeio dos dois que se beijam no fim do jantar.
 

Irritara-me por dentro tudo aquilo, aquele conhecido dialogo do desamor em suas mil infinitas variações, como um outro de que vos falei, da proposta e contracto de violação, e fizera de seguida uma omolete com três ovos em vez dos dois habituais que me costumam chegar, indigesta, pensei para meu botão, como um nó no esófago, e uma estranha quase gravides depois que se insinuava no estomago, como entupido, pela própria omelete, ou algo mais, surgira-me a pergunta, que ao  hoje ao acordar, adquiria já um outro possível sentido, pois de estranhos nós e bolas dentro de corpos a que chamaram de cancros impossíveis que se movem pelo dentro do corpo, está neste crime no seu plano maior de conspiração internacional também presente na morte de Chávez, mais uma intenção narrativa destes diabólicos demiurgos assim construída?  

Sem peias em  mal fazer às vitimas pois tortura é o que não tem faltado, nada me espanta e ressoa ainda num dos filmes que ontem percebi ser do homem que agora morreu, um grupo de médicos sem peias em suas experiencias sobre a vida e a morte, Flatliners, se bem me recordo do titulo.
 

depois sabe, este termo como acima o chamei, é múltiplo em si mesmo por mão alheia assim definida, como o processo de representar ou da arte de representar e as suas traduções tecnológicas invertidas onde as mascaras ao contrário do que tentam sempre vender, em vez de servirem a proteção da inocência, mais se tem traduzido em proteção de estapores de todo o género, para abreviar a explicação neste ponto do sangue nesta guerra, pois sempre o Amado assim tende no Amor à  Amada, ninguém que ama gosta de viver em guerra.
 

vos recordo senhora como recentemente vos mostrei em verdade chorosa em sua dor que me pareceu genuína, com um misto de enunciação de palavras como pedindo colo em forma quase infantil, as torres já tinham caído, recebera um premio num decor cujo céu mais parece a forma de uma abanico aberto, trazia uma face e cabelo distinto, raro em si, e próximo ainda de um outro arquétipo feminino que se tem sempre insinuado, o de Mia, ou talvez mais abrangente da Polonia ou arredores, dava conta em voz, e que agora começara a guerra, como era a verdade, e por fim dizia a sua mãe que antes tudo o que fizera fora para a agradar e desde que tinha filhos tudo o que fazia era para lhes agradar, e as gentes na plateia, vibravam na exposição da sua fragilidade, como sentadas correndo para si para lhe dar colinho como a uma criança que acabara de cair num baloiço, meia verdade, verdade inteira, triste em parte sempre o Amado quando a Amada assim o diz, pois deseja o Amado que antes de mais, a Amada sempre a Si se Agrade, pois sabe o Amor Amado, que esta é sempre a Pedra de Toque de Todo o Amor Maior e nada desta consciência obsta ou entrava a que lhe dê colinho de conforto a confortar.



(Ontem seria, pelo meio da tarde ou quase já noite, abrira à radio, e um outro espelho parecia em voz se formar como as quatro imagens suas em espelhos reais, dizia uma voz sul americana, escritor de um livro que  escrevera a quatro vozes sobre o retrato de uma só mulher, Isabella, creio assim a sua personagem se chamar. ( antena dois )

Sabeis senhora, quanto mais não seja por proximidade indireta de um homem seu e deverei antes de continuar, pelas 03:52 da manha do dia 26 06, que um corno me apareceu esta noite ao olhar, abri a janela por um instante, e a lua crescente, só em parte como um corno ou falo erguido se via por detrás de uma das torres dos elevadores dos prédios de trás, a noite se pusera com nuvens rápidas, uma espécie de manto com ventos rápidos não muito intensos, olhei-a pelo instante que uma fenda na nuvem assim me a mostrava naquele preciso instante em que a olhei, e na torre do elevador reconheci o que já antes reconhecera, uma torre que mais parece uma casa oriental japonesa em seu estilo como a que vira das crianças a que poderia chamar aqui na imagem desta morte de, perdidas, e que no Ghost on the Machine, são crianças que fugiram ao jugo nazi tecnológico, e que numa casa assim parecida com uma arvore se refugiam e mutuamente se protegem,  acabara de novo de a ver ao procurar alguns links no meu histórico, loira de cabelos compridos com ar contente como se me olhando, e lhe dizia, quanto mais não fosse pelo Tom Cruise, pois esta identidade russa ou do norte alto da europa ou mais alem como alguns parecem ver no mesmo continente uma fractura impossível, tem aparecido esparsa, em pedaços, como peças de puzzle e véus que se mostram e rapidamente se ocultam, sem diáfanos ser ou se tornarem.




(Scarlett Johansson recentemente Natacha Romanoff fazendo jogging, aprendendo a conduzir e se bem que em voo picado ainda sem conseguir aterrar. Coisa estranha Senhora, pois a seguir a ter visto seu trailer, chocara eu sem me magoar num espelho de uma Kangoo, provável imagem espelho sua no meio de seus joggings, que ainda nem oportunidade tive de entender, como não o terá visto, se não o viu, aparentemente sem grande sentido em termos restritos narrativos e como imagem incluída num trailer)

(ficou a retinir essa lua como corno que como surgia de uma linha horizontal que corresponde ao telhado desse cubo como que oriental, onde no final se recorda do inicio, pois me avivou uma outra correspondência, que aqui definiria como quase pornográfica nao fosse o sangue ao que parece ter corrido em quantidade nesse dia do aniversario, 07 07 2007, da Teresa mãe de Francisco se o for, pois a forma ( ford(?) mna) da lua de agora, como unha para cima em sua curva não muito dista de uma outra unha metalica, ou patim de cauda de uma Mademoiselle de voos antigos, visivel como vos mostrei na investigação no metro explodido, no interior da carruagem, um homem de fato branco de cócoras no chão e a unha por detrás como impossivelmente tendo saído do chão da carruagem apontando a sua rosa)  


Coisas estranhas destes tempos tecnológicos, pois primeiro o filme que trazia como titulo em memoria, (já o texto tem codigo malicioso atraves dos links que nele coloco e que se estendem por outras partes para depois melhor as roubar e apagar, como se pode ver na mudança da formataçao do texto e de outras formas ainda) Oblivation, não mais me aparecera em nenhum motor de busca e da mesma forma ao digitar Yulia Yulechenko, nao me aparecera nenhuma, mas uma Rovechenco que por sua vez me parecia poder ser a Olga Kurilenko a meu olhar servida na posterior omolete, mas sem mesmo ao certo o saber, peitos grandes em grandeza equivalente numa foto ao longe demasiado para poder ter uma certeza de face, da mesma forma que assim a Yulia recordo nesse belíssimo filme, e nesse belíssimo sorriso de amor ao entrar na cripta da nave para dormir durante setenta anos, cabelo grande em franja que uma outra mulher deste reino que antes era de encanto, encantado, e de encantar, me faz lembrar como muito depois o percebi, e se porventura nao o sabereis, este filme é importante, ou se tornou importante, nas minhas escritas no ambito do 911 e dos tsunamis.






 

A casa ou o lugar das pétalas de sangue do Amor assim sempre espera o Amado e não de nenhuma dor, pois sabereis Senhora segundo reza a lenda ou a história, se do Duque aqui em seu drama, o entendesse como Britânico, da mesma forma poderia entender de uma mesma linhagem, o sangue russo, que aqui se cruza ou emerge, e que está presente em outras representações de dramas reais, onde pelo que se sabe, o sangue em Paris não correu outrora  por onde não deve, pela ação de balas.

E seria então de perguntar, duas pistolas, dois tiros?


Podem ter uma outra correspondência em 2007 em Londres, no metro, como em seu drama, como porta, movimento e caleche sugerido, e no autocarro, as bombas, tiros grandes, entenda-se pois de efeito semelhante, uma inversão de espelho ou no espelho, como aquele em que se olha, ou mais estranho em suas adivinhadas intenções, como lhe disse, uma morte no fim, diferente da  do filme em que agora a vi.     


Que me recordo eu desse trailer que me apareceu há anos a meu olhar sobre o Moulin Rouge?





( uma das mil variações do anel de 3 milhões )

Que duas eram as casas como no filme que agora vi, a sua no topo de um (elena) elefante à frente e maior do que o próprio Moulin Rouge e a torre do Duque na memoria dos detalhes igual, e a diferença na ceia nocturna, onde o Duque lhe oferecia o colar e em troca a pretendia violar, e na luta ou na fuga, caia ou se atirava da janela e se via como morta no chão de pedras de calçada, duas casas, altas,  ainda, como possível imagem de duas torres como num outro drama real.


Em verdade vos direi, que mais são os espelhos que refletem estes mesmos cruzamentos de sangue e identitários, nos pontos distintos que os cruzam, sejam ficcionais ou reais, se margens e nítida fronteira entre dois existisse, com guardas e passaportes na passagem. 

No nevoeiro da minha memória ou da minha ignorância neste particular, não necessariamente neste caso devido aos constantes crimes nazis, quase lhe juraria que Yulia Yulechenko teria sido uma das James Bond girls num filme que decorria em Paris, me recordo de uma imagem visual desse filme que foi provavelmente o ultimo que inteiro vi nesta longa saga que nos acompanha desde meninice, dela, tocando na Opera de Paris e uma noção subjetiva de ser uma bela hottie como lhes chamam, sem grande sal a meu paladar, e me dirá, mas querido, é essa a função sempre secundária  de todas e quaisquer bond girls, uma espécie de pimenta, e sobre este  assunto já eu lhe respondi nas intermináveis conversas sobre género e géneros se alguns, recordando-lhe a quase única conhecida em tela exceção, Mata Hari.


(16:09 dia 26 06 2020, de novo código malicioso que desformata o texto, como acontece nos parágrafos seguintes, e não o permite aumentar, quero estes filhos da puta que tem acesso ilegal e constante ao que estou escrevendo perante um tribunal!

E a "coisa "se "coisa" e se alguma, aqui de novo no nevoeiro parece se adensar, pois descobri agora, que quem foi uma das James Bond girls será ou poderá ser a bela da omelete. Nesta definição de identidades russas, deverei neste ponto incluir, uma que foi surpresa para mim o saber, Helen Mirren, que introduz um surplus e uma equivalência, se também invertida, porventura real, pois como saberá protagoniza ela, HM the Queen, no filme de Frears sobre a morte da Princesa Diana e uma morte recente de uma familiar dela que vos dei conta, pois no tempo se quadrou em alguns destes assuntes também nesse tempo de novo constelados
 

Uma belíssima mulher, Tânia Mallet, cujo primeiro nome tem ainda uma outra ressonância, no tema da Animalidade no 911, (tanias e ginas e 93).
links:

omoleto
https://www.youtube.com/watch?v=GMIFP80AOIk 

omoleto 2
https://www.youtube.com/watch?v=Vk1_PutEGf8&t=105s

holes on my head
https://www.youtube.com/watch?v=bmt6i2Z0o6k

23-171 THE MILITAR FREQUENCIES BOOT, SOME FACTS
https://ourosobreazul.blogspot.com/2020/05/23-171-militar-frequencies-boot-some.html

Moulin and the royal train caleche wagon
https://ourosobreazul.blogspot.com/2020/06/28-132-one-correspondence-in-moulin.htmlhttps://ourosobreazul.blogspot.com/2020/06/28-132-one-correspondence-in-moulin.html

Moulin Rouge a French Canadian statement ?

https://ourosobreazul.blogspot.com/2020/05/18-166-10-05-2020-moulin-rouge-french.html

Moulin Rouge, an enlarged sinopse
https://ourosobreazul.blogspot.com/2020/05/38-186-moulin-rougean-enlarged-sinopse.html

Scarlett Johansson as Natacha Romanoff
https://tothegreatbritanbelovedtwo.blogspot.com/2020/06/32-just-kiss-in-11-blades-i-hope-within.html

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