rectificação, o segundo seio em sua beleza surpreendente que nestes anos em forma publica se mostrou, não foi o de Valerie Kaprisky mas sim de uma outra bela francesa cujo nome ainda há um bocado trazia na minha língua, e agora parece que me de novo me esqueci, certamente devido a estes envenenamentos nazis a que estou de novo sujeito
curioso familiar saloon e uma duvida metafísica, se seria próprio dizer da inocência de uma constante intenção narrativa de construção dos conteúdos, mesmo que belos, que nos fazem a aparecer aos olhos de cada um por estes terríveis algoritmos se fosse o caso, uma belíssima dança de sedução digna do decor ambiental, como num salto do tempo pelas caras ali reunidas, que de hoje são, mas que poderia ter sido num faroeste antigo e secular, descontando ou incluindo a ousadia dos corpos em sua oferta não ofertada, pelo menos e para minha infelicidade, lhe diria, a meus olhos, e meu cego desejo e desejar, bem à medida das interjeições masculinas, pois nem sei porque razão lado a lado estão, num mesmo filme? Num remake com os mesmos actores, seria coisa estranha tambem, como um desafio? Ou como a ilustração permanente dos jogos de ocultação e de aliases, que pautam e pululam neste mundo virtual sem carne nem cheiro a...
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